Pânico 4 - A história que não continua.
 Que hiatus hein? Mas estou de volta. Sem falar desculpas idiotas, vamos direto ao comentário.

Surpreendente… Por ser tão óbvio. Qualquer pessoa que senta para assistir Pânico sabe o que espera ou que não espera. Não vai se surpreender, assustar, gargalhar, nenhuma mensagem útil. E exatamente por isso que eu gostei. O filme está recheado de clichês, que são feito obviamente de propósito. Tanto que eles mesmos brincam com isso no filme. Sua expectativa é tão baixa, para não dizer zero, que você acaba por divertir-se. Incrível, hein?
 E os atores… Os atores estão muito bem. Muito bem, porque nenhum peca. E isso é bastante considerando o estilo do filme. Quer dizer, Pânico é umclássico lógico que eles não iam pecar nesse quesito. Temos o David Arquette (Xerife Dewey Riley) no mesmo papel, e eu não gosto dele. O personagem é chato, não ajuda que é o Arquette fazendo. Em contrapartida temos Courtney Cox (Gale Weathers-Riley), sua ex-esposa e que faz sua esposa – a jornalista que abandonou sua profissão por amor. Eu gosto, e muito. Sua personagem é definitivamente o ponto alto da trama.
 Ok, não vamos esquecer da personagem principal… Sidney Prescott. Interpretada por Neve Campbell é, como sempre, a mais chata da trama. De longe. Não é culpa da senhorita Neve, é a tal da Sidney que irrita mesmo. Talvez, por ela ser o lado dramático do filme. Vai saber.
 Em relação a terem feito uma comédia e abandonado o gênero terror, só tem uma pergunta. Pânico já foi terror? Porque para mim sempre foi mais para rir do que outra coisa. Outra reclamação foi de que perdeu a coesão com as franquias anteriores. Verdade. É completamente aleatório. Mas quer saber… Quem liga?
 A dupla Wes Craven e Kevin Williamson fizeram um trabalho interessante. Talvez vocês que estejam lendo isso pensem que estou dando muito crédito. Mas não me julguem, pois é exatamente pela falta do mesmo que apreciei o que não é feito para ser admirado.

Marnie. 

Pânico 4 - A história que não continua.

 Que hiatus hein? Mas estou de volta. Sem falar desculpas idiotas, vamos direto ao comentário.

Surpreendente… Por ser tão óbvio. Qualquer pessoa que senta para assistir Pânico sabe o que espera ou que não espera. Não vai se surpreender, assustar, gargalhar, nenhuma mensagem útil. E exatamente por isso que eu gostei. O filme está recheado de clichês, que são feito obviamente de propósito. Tanto que eles mesmos brincam com isso no filme. Sua expectativa é tão baixa, para não dizer zero, que você acaba por divertir-se. Incrível, hein?

 E os atores… Os atores estão muito bem. Muito bem, porque nenhum peca. E isso é bastante considerando o estilo do filme. Quer dizer, Pânico é umclássico lógico que eles não iam pecar nesse quesito. Temos o David Arquette (Xerife Dewey Riley) no mesmo papel, e eu não gosto dele. O personagem é chato, não ajuda que é o Arquette fazendo. Em contrapartida temos Courtney Cox (Gale Weathers-Riley), sua ex-esposa e que faz sua esposa – a jornalista que abandonou sua profissão por amor. Eu gosto, e muito. Sua personagem é definitivamente o ponto alto da trama.

 Ok, não vamos esquecer da personagem principal… Sidney Prescott. Interpretada por Neve Campbell é, como sempre, a mais chata da trama. De longe. Não é culpa da senhorita Neve, é a tal da Sidney que irrita mesmo. Talvez, por ela ser o lado dramático do filme. Vai saber.

 Em relação a terem feito uma comédia e abandonado o gênero terror, só tem uma pergunta. Pânico já foi terror? Porque para mim sempre foi mais para rir do que outra coisa. Outra reclamação foi de que perdeu a coesão com as franquias anteriores. Verdade. É completamente aleatório. Mas quer saber… Quem liga?

 A dupla Wes Craven e Kevin Williamson fizeram um trabalho interessante. Talvez vocês que estejam lendo isso pensem que estou dando muito crédito. Mas não me julguem, pois é exatamente pela falta do mesmo que apreciei o que não é feito para ser admirado.

Marnie. 


2 notes, September 2, 2011

Era dos Comic Books.

Não se pode negar que os filmes baseados em quadrinhos são uma sensação. Homem- Aranha, Wolverine, X-Men, Super-Homem, Batman e a lista vai e vai. Agora é a vez de Thor.
Tantas manipulações digitais, tanta produção e no fim ler o quadrinho é sempre melhor.  Não tem o que falar. Eu não gostei – com exceção da participação do Stan Lee como o motorista de caminhonete. A apelação é tão grande que irrita. Vamos esperar para ver Capitão América em julho já que Thor foi tão ruim assim. Digo isso como uma grande fã e colecionadora de comic books onde a saga dos Vingadores sempre foi minha favorita. É, eu sou uma grande nerd.
Realmente não sei onde esses diretores erram nas adaptações. Quero ver alguém apresentar-me um argumento plausível para defender qualquer um desses filmes. Não existe.  Assistir eu assisto a todos. Provavelmente o motivo de meu desgosto é por ter lido as histórias antes. Quem lê HQ vai concordar comigo, suponho.
No meio de tantas produções a que sempre é exaltada é Batman, obviamente o dirigido pelo Christopher Nolan. Sim, sim foi bom. O Cavaleiro das Trevas, é claro. Porque ninguém merece ver Kate Holmes. Enfim, eu gostei e é sem dúvida a melhor adaptação. E sabe por quê? Por poder encarar O Cavaleiro das Trevas como um filme solo. Tudo que você precisa está dentro da própria história. Então sim, o Nolan fez um excelente trabalho sem esquecer do célebre Coringa feito pelo falecido Heath Ledger.
Não estou tirando o mérito destas superproduções, longe de mim. Elas fazem a alegria de milhões. É como Nietzsche já disse “Eu jamais iria para a fogueira por uma opinião minha, afinal, não tenho certeza alguma. Porém, eu iria pelo direito de ter e mudar de opinião, quantas vezes eu quisesse.”
Então caro leitor invisível, agora não há mais filmes em cartazes para que faça algum comentário. Sobre Águas para Elefante e Pânico 4 ainda não assistir, apesar de que não há muito o que falar sobre esses. Talvez assista Pânico - se sobrar-me tempo - e diga alguma coisa. De qualquer maneira vou começar direcionar os post’s para filmes em geral, personagens, enfim… cinema.

Marnie.

Era dos Comic Books.

Não se pode negar que os filmes baseados em quadrinhos são uma sensação. Homem- Aranha, Wolverine, X-Men, Super-Homem, Batman e a lista vai e vai. Agora é a vez de Thor.

Tantas manipulações digitais, tanta produção e no fim ler o quadrinho é sempre melhor.  Não tem o que falar. Eu não gostei – com exceção da participação do Stan Lee como o motorista de caminhonete. A apelação é tão grande que irrita. Vamos esperar para ver Capitão América em julho já que Thor foi tão ruim assim. Digo isso como uma grande fã e colecionadora de comic books onde a saga dos Vingadores sempre foi minha favorita. É, eu sou uma grande nerd.

Realmente não sei onde esses diretores erram nas adaptações. Quero ver alguém apresentar-me um argumento plausível para defender qualquer um desses filmes. Não existe.  Assistir eu assisto a todos. Provavelmente o motivo de meu desgosto é por ter lido as histórias antes. Quem lê HQ vai concordar comigo, suponho.

No meio de tantas produções a que sempre é exaltada é Batman, obviamente o dirigido pelo Christopher Nolan. Sim, sim foi bom. O Cavaleiro das Trevas, é claro. Porque ninguém merece ver Kate Holmes. Enfim, eu gostei e é sem dúvida a melhor adaptação. E sabe por quê? Por poder encarar O Cavaleiro das Trevas como um filme solo. Tudo que você precisa está dentro da própria história. Então sim, o Nolan fez um excelente trabalho sem esquecer do célebre Coringa feito pelo falecido Heath Ledger.

Não estou tirando o mérito destas superproduções, longe de mim. Elas fazem a alegria de milhões. É como Nietzsche já disse “Eu jamais iria para a fogueira por uma opinião minha, afinal, não tenho certeza alguma. Porém, eu iria pelo direito de ter e mudar de opinião, quantas vezes eu quisesse.”

Então caro leitor invisível, agora não há mais filmes em cartazes para que faça algum comentário. Sobre Águas para Elefante e Pânico 4 ainda não assistir, apesar de que não há muito o que falar sobre esses. Talvez assista Pânico - se sobrar-me tempo - e diga alguma coisa. De qualquer maneira vou começar direcionar os post’s para filmes em geral, personagens, enfim… cinema.

Marnie.

1 note, April 30, 2011

Tio Boonmee, que pode recordar suas vidas passadas.
Foi em um cinema de rua com mais uns 25 idosos, que assistir Tio Boonmee. Até o fim do filme quatro pessoas desistiram. Não há surpresas nisso. Tanto quanto Apichatpong é prestigiado suas obras não são do gosto da maioria. O que vi de pessoas falando mal foi sem condições.
Entediante. Essa é a palavra usada por muitos para descrever um filme do Apichatpong. Antes de falar do filme temos que falar do cinema do diretor tailandês mais conhecido como Joe.
São dois extremos: os odiadores e os fanáticos. Antes deixo claro que não estou em nenhum dos dois times. Reconheço o brilhantismo de seus filmes, mas não me ajoelho - no cinema oriental tenho outras preferências. Claro que isso não me impede, em nada, de viajar e apreciar suas histórias. Ele é uma lenda do cenário independente. Assistir a uma obra de Apichatpong é uma viagem sensitiva. A história é contada através de cada som, cada imagem, nada de diálogos desnecessários sendo eles mal aparecendo em alguns de seus trabalhos e quase uma escassa trilha sonora. É um espetáculo áudio-visual.
Aqueles que são apresentados pela primeira vez a um de seus filmes podem sentir um certo receio ou confusão para com  que ver. E se Tio Boonmee foi por onde começou, o choque vai ser ainda maior, por esta ser sem dúvida a mais fantasiosa obra de Joe.
Em um cenário onde vivos se sentam a mesa sem restrições com macaco-fantasmas, entes mortos, o filme leva o espectador a uma viagem delirante pela floresta. E não há julgamentos sobre a raiz de tais cenas já que deixa-se claro que eles acreditam na reencarnação através de animais, e por não conhecermos bem a cultura oriental só nos basta apreciar e não julgar.
Quem assistir um filme de Apichatpong não se deve fazê-lo com um olhar conservador, deixe-se levar pelas imagens e por um mundo onde seres se encontram sejam eles quem ou o que forem.
Se nada passar por sua mente em meio da complexa fantasia abordada na história, você ainda poderá se maravilhar com os aspectos visuais e auditivos de Tio Boonmee, onde cenas como a de uma simples bolsa de diálise tornam-se emblemáticas.

Marnie.

Tio Boonmee, que pode recordar suas vidas passadas.

Foi em um cinema de rua com mais uns 25 idosos, que assistir Tio Boonmee. Até o fim do filme quatro pessoas desistiram. Não há surpresas nisso. Tanto quanto Apichatpong é prestigiado suas obras não são do gosto da maioria. O que vi de pessoas falando mal foi sem condições.

Entediante. Essa é a palavra usada por muitos para descrever um filme do Apichatpong. Antes de falar do filme temos que falar do cinema do diretor tailandês mais conhecido como Joe.

São dois extremos: os odiadores e os fanáticos. Antes deixo claro que não estou em nenhum dos dois times. Reconheço o brilhantismo de seus filmes, mas não me ajoelho - no cinema oriental tenho outras preferências. Claro que isso não me impede, em nada, de viajar e apreciar suas histórias. Ele é uma lenda do cenário independente. Assistir a uma obra de Apichatpong é uma viagem sensitiva. A história é contada através de cada som, cada imagem, nada de diálogos desnecessários sendo eles mal aparecendo em alguns de seus trabalhos e quase uma escassa trilha sonora. É um espetáculo áudio-visual.

Aqueles que são apresentados pela primeira vez a um de seus filmes podem sentir um certo receio ou confusão para com que ver. E se Tio Boonmee foi por onde começou, o choque vai ser ainda maior, por esta ser sem dúvida a mais fantasiosa obra de Joe.

Em um cenário onde vivos se sentam a mesa sem restrições com macaco-fantasmas, entes mortos, o filme leva o espectador a uma viagem delirante pela floresta. E não há julgamentos sobre a raiz de tais cenas já que deixa-se claro que eles acreditam na reencarnação através de animais, e por não conhecermos bem a cultura oriental só nos basta apreciar e não julgar.

Quem assistir um filme de Apichatpong não se deve fazê-lo com um olhar conservador, deixe-se levar pelas imagens e por um mundo onde seres se encontram sejam eles quem ou o que forem.

Se nada passar por sua mente em meio da complexa fantasia abordada na história, você ainda poderá se maravilhar com os aspectos visuais e auditivos de Tio Boonmee, onde cenas como a de uma simples bolsa de diálise tornam-se emblemáticas.

Marnie.

0 notes, April 28, 2011

Esqueça o Oscar, é Cannes baby! Para quem acompanha cinema o ano inteiro este é um dos momentos mais esperados, já que é ele que nos leva a filmes normalmente desconhecidos e que não iriamos ver se fosse por está atenção especial dada.Para quem quer ver a lista completa clique aqui.Não há tanto o que comentar já que nós ainda não vimos os filmes. Porém tem aqueles que mal posso esperar para assistir, que são esses: La Piel que Habito. Pedro Almodovar. - O nome fala por si só. É Almodovar! Não preciso comentar, ninguém se decepciona com Almodovar. Le Havre. Aki Kaurismaki. - Ele um cineasta finlandês, mas está novamente fazendo filme na língua francesa já que se passa na cidade de Le Havre.  Kaurismaki já é consagrado então na certa vocês conhecem. Ele adora recusar as suas indicações ao Oscar. We Need to Talk About Kevin. Lynne Ramsay. - Acho que todo mundo conhece ela por causa de Ratcatcher (1999), fez um sucesso imenso. Depois desse ela só fez Morvern Callar que também foi um sucesso e que é muito bom. Aconselho para quem não assistiu. Sleeping Beauty. Julia Leigh. - Não estava com um interesse muito grande neste filme até que assistir ao trailer. Alguma coisa me pegou. Talvez tenha sido a falta de trilha sonora ou a tonalidade da história., não sei. E vai ser refrescante ver a Emily Browning em um papel dramático, faz bem depois de Sunker Punch (Vou fazer uma review desse, já assisti só falta escrever). Trabalhar Cansa. Juliana Rojas, Marcos Dutra. - Acho que todo brasileiro está ansioso para assistir afinal não é todo dia que um filme nosso chega a Cannes. É isso. Só resta esperar, para que nós simples cinéfilos possam assistir aos filmes. Se vocês estão ansiosos por algum filme em particular me deixem saber é sempre bom trocar idéias. Marnie.

Esqueça o Oscar, é Cannes baby!

Para quem acompanha cinema o ano inteiro este é um dos momentos mais esperados, já que é ele que nos leva a filmes normalmente desconhecidos e que não iriamos ver se fosse por está atenção especial dada.

Para quem quer ver a lista completa clique aqui.

Não há tanto o que comentar já que nós ainda não vimos os filmes. Porém tem aqueles que mal posso esperar para assistir, que são esses:

La Piel que Habito. Pedro Almodovar. - O nome fala por si só. É Almodovar! Não preciso comentar, ninguém se decepciona com Almodovar.

Le Havre. Aki Kaurismaki. - Ele um cineasta finlandês, mas está novamente fazendo filme na língua francesa já que se passa na cidade de Le Havre.  Kaurismaki já é consagrado então na certa vocês conhecem. Ele adora recusar as suas indicações ao Oscar.

We Need to Talk About Kevin. Lynne Ramsay. - Acho que todo mundo conhece ela por causa de Ratcatcher (1999), fez um sucesso imenso. Depois desse ela só fez Morvern Callar que também foi um sucesso e que é muito bom. Aconselho para quem não assistiu.

Sleeping Beauty. Julia Leigh. - Não estava com um interesse muito grande neste filme até que assistir ao trailer. Alguma coisa me pegou. Talvez tenha sido a falta de trilha sonora ou a tonalidade da história., não sei. E vai ser refrescante ver a Emily Browning em um papel dramático, faz bem depois de Sunker Punch (Vou fazer uma review desse, já assisti só falta escrever).

Trabalhar Cansa. Juliana Rojas, Marcos Dutra. - Acho que todo brasileiro está ansioso para assistir afinal não é todo dia que um filme nosso chega a Cannes.

É isso. Só resta esperar, para que nós simples cinéfilos possam assistir aos filmes. Se vocês estão ansiosos por algum filme em particular me deixem saber é sempre bom trocar idéias.


Marnie.

2 notes, April 22, 2011

Eu Sou o Número Quatro (I Am Number Four).Esse é um dos blockbusters. Já que é o “grande” em cartaz atualmente tenho que comentar. Vamos descer o nível um pouco depois de Poesia.Direção de D.J Caruso (Paranóia), produção de Michael Bay e Steven Spielberg, roteiro de Alfred Gough e Miles Millar (Homem-Aranha 2). Tantos nomes, mas vou destacar a fotografia do Guilherme Navarro (Labirinto do Fauno). Pensei fazer um trocadilho sem graça com esse nome, mas resolvi pular. O que falar de um filme baseado em um livro que já estava pronto antes do livro? Não importa. Não é um filme que você vai assistir para pensar mesmo. Você vai para apenas ver. Estão comparando ele a Twilight, mas não sei se concordo já que o romance do protagonista não é tão importante para a história. Tentaram fazer algo mais sombrio, por isso o Guilherme Navarro, e nas primeiras cenas até conseguiram. Mas no fim é um filme para adolescentes. Conta a história do Número Quatro (Alex Pettyfer, vocês lembram de Alex Ryder? Ele mesmo) que é um alien e é o próximo de uma lista de nove a serem assassinados. Então ele vai com seu tutor para essa cidadizinha. É onde o típico cenário de colégio americano acontece, acabando por se apaixonar por Sarah (Dianna Agron). Ele lida com o desenvolvimento dos poderes enquanto luta pela vida junto com outros aliens. Isso soou tão mal para vocês tanto quanto para mim? Deveria comentar a atuação… Não tem realmente o que falar. Alex Ryder, quer dizer, Pettyfer passa quase em branco na tela apesar de ser o protagonista. A namorada dele Dianna Agron (Glee) parece superficial, mas ainda está melhor que o próprio Pettyfer. Temos ainda a Teresa Palmer - Número Seis - que não ajuda em nada, aparentemente a continuação será centrada nela. Não é tão ruim quanto parece, eles são melhores que o elenco de Twilight… Mas ninguém vai assistir pelos atores, a magia está nos efeitos especiais por todo o filme que são incrivelmente bem feitos.Hollywood deu para apostar agora em franquias, esta é uma delas. Está chegando tantas franquias por ai, principalmente com fim marcado de Harry Potter e Twilight, esperando que alguma conquiste o público. Nessa roleta Eu Sou o Número Quatro é uma boa aposta, com uma trama bem feita eles parecem que vão ter vida longa. Mas tenho um questionamento que me atormetou depois de assistir. I Am Number Four foi feito para ter continuação porém no filme os aliens só podem ser mortos em ordem e está na vez do Número Quatro que é o principal, isso significa que ninguém mais morre nos próximos? É condenar um pouco o filme, não? Vai saber…
Para o leitores, que espero que tenha, pretendo fazer um comentário ainda essa semana sobre o Festival de Cannes que está chegando. Devo dizer que a lista me animou e muito.
Marnie.

Eu Sou o Número Quatro (I Am Number Four).

Esse é um dos blockbusters. Já que é o “grande” em cartaz atualmente tenho que comentar. Vamos descer o nível um pouco depois de Poesia.

Direção de D.J Caruso (Paranóia), produção de Michael Bay e Steven Spielberg, roteiro de Alfred Gough e Miles Millar (Homem-Aranha 2). Tantos nomes, mas vou destacar a fotografia do Guilherme Navarro (Labirinto do Fauno).

Pensei fazer um trocadilho sem graça com esse nome, mas resolvi pular. O que falar de um filme baseado em um livro que já estava pronto antes do livro? Não importa. Não é um filme que você vai assistir para pensar mesmo. Você vai para apenas ver. Estão comparando ele a Twilight, mas não sei se concordo já que o romance do protagonista não é tão importante para a história. Tentaram fazer algo mais sombrio, por isso o Guilherme Navarro, e nas primeiras cenas até conseguiram. Mas no fim é um filme para adolescentes.

Conta a história do Número Quatro (Alex Pettyfer, vocês lembram de Alex Ryder? Ele mesmo) que é um alien e é o próximo de uma lista de nove a serem assassinados. Então ele vai com seu tutor para essa cidadizinha. É onde o típico cenário de colégio americano acontece, acabando por se apaixonar por Sarah (Dianna Agron). Ele lida com o desenvolvimento dos poderes enquanto luta pela vida junto com outros aliens. Isso soou tão mal para vocês tanto quanto para mim?

Deveria comentar a atuação… Não tem realmente o que falar. Alex Ryder, quer dizer, Pettyfer passa quase em branco na tela apesar de ser o protagonista. A namorada dele Dianna Agron (Glee) parece superficial, mas ainda está melhor que o próprio Pettyfer. Temos ainda a Teresa Palmer - Número Seis - que não ajuda em nada, aparentemente a continuação será centrada nela. Não é tão ruim quanto parece, eles são melhores que o elenco de Twilight… Mas ninguém vai assistir pelos atores, a magia está nos efeitos especiais por todo o filme que são incrivelmente bem feitos.

Hollywood deu para apostar agora em franquias, esta é uma delas. Está chegando tantas franquias por ai, principalmente com fim marcado de Harry Potter e Twilight, esperando que alguma conquiste o público. Nessa roleta Eu Sou o Número Quatro é uma boa aposta, com uma trama bem feita eles parecem que vão ter vida longa.

Mas tenho um questionamento que me atormetou depois de assistir. I Am Number Four foi feito para ter continuação porém no filme os aliens só podem ser mortos em ordem e está na vez do Número Quatro que é o principal, isso significa que ninguém mais morre nos próximos? É condenar um pouco o filme, não? Vai saber…

Para o leitores, que espero que tenha, pretendo fazer um comentário ainda essa semana sobre o Festival de Cannes que está chegando. Devo dizer que a lista me animou e muito.

Marnie.

4 notes, April 20, 2011

Poesia (Shi).Outro filme em cartaz, mas para este foi preciso ir em um cinema de rua para assistir.Com direção e roteiro de Chang-dong Lee, é um filme de drama sul coreano que venceu o prêmio de melhor roteiro no Festival de Cannes. Um filme coreano de drama, onde a protagonista é uma idosa, para completar chama-se Poesia. Todos requisitos talvez afaste o público maior do cinema. Não deveria. É um filme simples, sem grande apelações e que nos passa uma mensagem mais forte do que qualquer efeitos especiais faria.Mija (Yoon Jeong-hee), é a personagem principal. Uma avô que basicamente está entediada, entrando assim em um curso de poesia. Ela estuda, estuda mas não consegue escrever. O professor diz a ela que a muito a escrever sobre qualquer coisa. Porém aparentemente esse não é o caso de Mija. O que ela não espera é que a vida vai dar a ela o que falta. Sofrimento. A partir dai as más notícias não param. Para começar ela descobre que o neto junto com os amigos etupraram uma menina que acabou por se matar… É o que ela precisa para começar a exergar que o mundo não é tão bonito assim. Para quem já assistiu Sol Secreto (2007) o drama anterior de Chang-dong Lee, sabe como ele gosta de colocar as personagens femininas em provação. Em Sol Secreto Jeon Do-yeon levou o prêmio de melhor atriz em Cannes como uma viúva de luto, mas Yoon Jeong-hee passa longe de decepcionar em Poesia. Pelo contrário, ela eleva o filme e nos deixa maravilhados. Talvez muita gente não ache o que procura neste filme. Mas a mensagem dele está explícita e talvez alguns saiam da sala de cinema se sentindo melhor.

Marnie.

Poesia (Shi).

Outro filme em cartaz, mas para este foi preciso ir em um cinema de rua para assistir.

Com direção e roteiro de Chang-dong Lee, é um filme de drama sul coreano que venceu o prêmio de melhor roteiro no Festival de Cannes. Um filme coreano de drama, onde a protagonista é uma idosa, para completar chama-se Poesia. Todos requisitos talvez afaste o público maior do cinema. Não deveria. É um filme simples, sem grande apelações e que nos passa uma mensagem mais forte do que qualquer efeitos especiais faria.

Mija (Yoon Jeong-hee), é a personagem principal. Uma avô que basicamente está entediada, entrando assim em um curso de poesia. Ela estuda, estuda mas não consegue escrever. O professor diz a ela que a muito a escrever sobre qualquer coisa. Porém aparentemente esse não é o caso de Mija. O que ela não espera é que a vida vai dar a ela o que falta. Sofrimento. A partir dai as más notícias não param. Para começar ela descobre que o neto junto com os amigos etupraram uma menina que acabou por se matar… É o que ela precisa para começar a exergar que o mundo não é tão bonito assim.

Para quem já assistiu Sol Secreto (2007) o drama anterior de Chang-dong Lee, sabe como ele gosta de colocar as personagens femininas em provação. Em Sol Secreto Jeon Do-yeon levou o prêmio de melhor atriz em Cannes como uma viúva de luto, mas Yoon Jeong-hee passa longe de decepcionar em Poesia. Pelo contrário, ela eleva o filme e nos deixa maravilhados.

Talvez muita gente não ache o que procura neste filme. Mas a mensagem dele está explícita e talvez alguns saiam da sala de cinema se sentindo melhor.

Marnie.

2 notes, April 20, 2011

VIPs - Faltou a surpresa. 
Nada melhor do que começar com um filme brasileiro. Nos últimos tempos o Brasil começou uma onda cinematográfica. Tanto que temos dois filmes em cartaz. Pode parecer que não, mas é grande coisa. O dito da vez é VIPs. Com direção de Toniko Melo, estreiante nos longa-metragem, e o roteiro é de Thiago Dottori e Bráulio Mantovani (Cidade de Deus e Tropa de elite). Ao começar o filme a primeira coisa que você pensa: quanto patrocinador… Já reparou o quanto de patrocinador é preciso para se fazer um filme aqui no Brasil? Isso mesmo, nessa terra a Globo é rei. De qualquer maneira…O filme roda em torno de Marcelo, personagem inspirado em Marcelo Nascimento da Rocha, um golpista. Mas se engana quem pensa que o filme conta a sua vida. A única coisa real que se vê é o caso da Gol, o resto é história. O Marcelo real tinha pai, mãe, irmãos, nada como o personagem da trama. Com o Wagner Moura - 95% on screen - ele tornar-se o corpo do filme. E ele andou na corda bomba, quase no limite de ser caricato. Acho que o Toniko Melo colocou toda a esperança nele, ele atirou e acertou. O Wagner Moura é o De Niro brasileiro atualmente. Mas na atuação quem é a estrela do filme é a Gisele Fróes (que interpreta a mãe do principal). Ela é atriz de teatro e mostrou que sabe e muito bem o que faz. VIPs é a questão do bandido herói, a gente torce para que ele se dê bem no final. Nós somos apresentados ao Marcelo, ainda adolescente e que já mostrava sua falta de indentidade. Podemos encara ele como um bandido e ponto. Ou ser gentil e dizer que se trata de um rapaz perdido dentro dele mesmo que o levou a loucura. Seja o que for no fim não existe surpresas. A sensação de previsibilidade e de filme já visto lhe acompanha quando você sai do cinema. É o deja vú.

Marnie.

VIPs - Faltou a surpresa.

Nada melhor do que começar com um filme brasileiro. Nos últimos tempos o Brasil começou uma onda cinematográfica. Tanto que temos dois filmes em cartaz. Pode parecer que não, mas é grande coisa.

O dito da vez é VIPs. Com direção de Toniko Melo, estreiante nos longa-metragem, e o roteiro é de Thiago Dottori e Bráulio Mantovani (Cidade de Deus e Tropa de elite).

Ao começar o filme a primeira coisa que você pensa: quanto patrocinador… Já reparou o quanto de patrocinador é preciso para se fazer um filme aqui no Brasil? Isso mesmo, nessa terra a Globo é rei.

De qualquer maneira…

O filme roda em torno de Marcelo, personagem inspirado em Marcelo Nascimento da Rocha, um golpista. Mas se engana quem pensa que o filme conta a sua vida. A única coisa real que se vê é o caso da Gol, o resto é história. O Marcelo real tinha pai, mãe, irmãos, nada como o personagem da trama.

Com o Wagner Moura - 95% on screen - ele tornar-se o corpo do filme. E ele andou na corda bomba, quase no limite de ser caricato. Acho que o Toniko Melo colocou toda a esperança nele, ele atirou e acertou. O Wagner Moura é o De Niro brasileiro atualmente. Mas na atuação quem é a estrela do filme é a Gisele Fróes (que interpreta a mãe do principal). Ela é atriz de teatro e mostrou que sabe e muito bem o que faz.

VIPs é a questão do bandido herói, a gente torce para que ele se dê bem no final. Nós somos apresentados ao Marcelo, ainda adolescente e que já mostrava sua falta de indentidade. Podemos encara ele como um bandido e ponto. Ou ser gentil e dizer que se trata de um rapaz perdido dentro dele mesmo que o levou a loucura. Seja o que for no fim não existe surpresas. A sensação de previsibilidade e de filme já visto lhe acompanha quando você sai do cinema. É o deja vú.

Marnie.

14 notes, April 19, 2011

Ir ao cinema tornou-se uma experiência, no mínimo, embaraçosa. E por cinema digo aqueles que atraem o maior público, os dos shoppings. Apenas um conselho, não vá sem olhar previamente o que está em cartaz. Eu fui. Eu o dinheiro do ingresso e minha ingenuidade… Nesse dia não assisti nada.
Talvez achem que estou sendo muito exigente, mas é exagero querer gastar dinheiro em algo que realmente vá lhe entreter? Acho que não. Porém isso não me impede de assistir todos esses blockbusters, afinal não posso falar mal sem antes assistir.
Hitchcok uma vez disse “It’s only a movie”. Em sua época talvez fosse e é por isso que consideramos ele um gênio. Esta não seria a solução de todos os problemas? Se fosse apenas um filme? Mas não é. Agora é um investimento, encarado como um negócio. Quando o objetivo tornou-se a bilheteria, passou-se a tentar adivinhar o que a maioria gosta. E eles (e por eles digo os donos das grandes produtoras) fazem muito pouco de nós (e por nós digo o público) hein? Nossa capacidade intelectual foi resumida ao dos adolescentes. Estaria bem, se há algum tempo adolescentes não significassem imaturidade. Felizmente para eles a maioria de nós não vivemos sem o cinema.
Acho que está claro que minha principal crítica é ao cinema americano já que ele é o que move a indústria. Obviamente não vou abter-se, existe muito mais lá fora.
Vou parar por aqui. Penso que este é um bom post de abertura. Antes de criticar os filmes, criticar o cinema. Tão pessimista quanto foi é a realidade, mas não se preocupe não reclamo tanto assim… Ao menos não sempre.

Ir ao cinema tornou-se uma experiência, no mínimo, embaraçosa. E por cinema digo aqueles que atraem o maior público, os dos shoppings. Apenas um conselho, não vá sem olhar previamente o que está em cartaz. Eu fui. Eu o dinheiro do ingresso e minha ingenuidade… Nesse dia não assisti nada.

Talvez achem que estou sendo muito exigente, mas é exagero querer gastar dinheiro em algo que realmente vá lhe entreter? Acho que não. Porém isso não me impede de assistir todos esses blockbusters, afinal não posso falar mal sem antes assistir.

Hitchcok uma vez disse “It’s only a movie”. Em sua época talvez fosse e é por isso que consideramos ele um gênio. Esta não seria a solução de todos os problemas? Se fosse apenas um filme? Mas não é. Agora é um investimento, encarado como um negócio. Quando o objetivo tornou-se a bilheteria, passou-se a tentar adivinhar o que a maioria gosta. E eles (e por eles digo os donos das grandes produtoras) fazem muito pouco de nós (e por nós digo o público) hein? Nossa capacidade intelectual foi resumida ao dos adolescentes. Estaria bem, se há algum tempo adolescentes não significassem imaturidade. Felizmente para eles a maioria de nós não vivemos sem o cinema.

Acho que está claro que minha principal crítica é ao cinema americano já que ele é o que move a indústria. Obviamente não vou abter-se, existe muito mais lá fora.

Vou parar por aqui. Penso que este é um bom post de abertura. Antes de criticar os filmes, criticar o cinema. Tão pessimista quanto foi é a realidade, mas não se preocupe não reclamo tanto assim… Ao menos não sempre.

2 notes, April 19, 2011

Vocês podem me chamar de Marnie. Sim, é por causa do filme do Hitchcock. O que posso fazer se tenho uma obsessão por ele?
Do que se trata esse tumblr? Cinema, obviamente. Dos filmes que ficaram esquecidos no tempo até os que nos assombram atualmente, é preciso ser comentado.
Espero que achem interessante.

Vocês podem me chamar de Marnie. Sim, é por causa do filme do Hitchcock. O que posso fazer se tenho uma obsessão por ele?

Do que se trata esse tumblr? Cinema, obviamente. Dos filmes que ficaram esquecidos no tempo até os que nos assombram atualmente, é preciso ser comentado.

Espero que achem interessante.

0 notes, April 19, 2011